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AMIGOS DE DELMIRO GOUVEIA 2
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Continuando o blog anterior www.amigosdedelmirogouveia.blogger.com.br: César Tavares e colaboradores(delmirenses exilados) abrem suas malas cheias de recordações e lembranças dos tempos passados em Delmiro Gouveia, uma cidade sertaneja das Alagoas, de sua gente e dos fatos do cotidiano. E fica o convite para os visitantes também abrirem as suas malas, baús, gavetas e álbuns; e retirar: histórias, causos, e fotos do passado e do presente delmirense. Contato:cesatavares@yahoo.com.br Sábado, Junho 28, 2008 ENCERRANDO AS ATIVIDADES NESTE ENDEREÇO. VISITEM WWW.AMIGOSDEDELMIROGOUVEIA.BLOGSPOT.COM postado por: <$César Tavares$> Sábado, Junho 28, 2008 Quinta-feira, Junho 19, 2008 OS TEMPOS DELMIRENSES DA MARIA CLEIDE Hoje temos parte das lembranças delmirenses da Cleide. Ela morou alguns anos na nossa Macondo, trabalhou na camisaria da Cia Agro Fabril Mercantil e estudou no Ginásio Vicente de Menezes. Em Delmiro Gouveia ela conheceu certo rapaz que participa bastante com seus comentários no blog. Quem seria a figura? Atualmente ela reside em Ribeirão Preto(SP) e costuma ler os nossos posts. Nunca comenta. Espero que agora ela participe de forma mais ostensiva. Já fez o mais difícil que é disponibilizar material. Aguardemos. Creio que a completa identificação das pessoas que aparecem nas fotografias será desvendada talvez por :Cleonice Menezes, Luiz Orleans, Fábio Marques Lima ou André da 13 de maio, por serem, em termos etários, mais próximos dos tempos da Cleide. E talvez o Danúbio Oliveira reconheça certa pessoa. Agora é com vocês.
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Quinta-feira, Junho 19, 2008 Terça-feira, Junho 17, 2008 FILMES, SERIADOS E GIBIS: LEMBRANÇAS DE MENINOS DELMIRENSE Já falamos por aqui em outros posts sobre as saudades do filmes e seriados que passavam nos cinemas delmirenses (Cine Pedra e Cine Real). Assim como sobre as leituras dos gibis. Eram formas que a garotada delmirense encontrava para matar o tempo. Estou postando apenas uma parte do material sugerido pelo Everaldo. Há uma certa limitação para inserir imagens. Ele anexou entre outras em seu email: Bruce Lee, Buck Jones, Daniel Boone, Django, Dólar Furado(acho que este filme era com o Giulliano Gemma),Robson Crosué, Rockey Lane, Roy Rogers, Tarzan e Zorro e Tonto. Ou seja muito coisa. Creio que cada um dos personagens deve ainda pairar nas lembranças de alguns dos nossos visitantes. Vamos ao que interessa. César Estou lhe enviando e pedindo que se possível coloque estes encartes no seu site para que outros Delmirenses assim como nos, possam lembrar-se de alguns seriados e filmes que eram casa lotada na época... Atenciosamente Everaldo Feitoza (filho de Nozinho)
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Comentários: postado por: <$César Tavares$> Terça-feira, Junho 17, 2008 Sexta-feira, Junho 13, 2008 MAIS AÇUDES DELMIRENSES. O tema se repete. Não importa. Sempre é um olhar novo sobre as mesmas coisas. Nada impede que andemos em círculos. Desde que seja em torno dos temas delmirenses/macondianos. E desta vez é o Ivã Balbino que nos traz mais imagens belíssimas dos açudes da terrinha. Interessante seria que tivéssemos o nome do fotografo. Não tem porque deixarmos o artista no anonimato. Mesmo de forma amadorística creio que o blog tem tido um importante papel quando consegue reunir este acervo único. Alguém vasculhando tudo com calma o que já postamos nestes mais de três anos, verá que parte do passado da cidade, em todos os seus aspectos, está documentado e disponibilizado para um público maior. É um trabalho coletivo. Um bando (ou seria uma reca?) de abnegados saudosistas faz isto com um entusiasmo juvenil. O blog tem se movimentado em ciclos Por vezes há bastante material e comentários. E depois há uma escassez tremenda. Já pensei em parar diversas vezes. Nestas últimas semanas isto tem se manifestado de forma mais forte. No entanto não acho que seja justo “esconder numa gaveta real ou virtual” imagens como as que o Ivã nos remete hoje. Sem mais pieguices baratas vamos ao que interessa. Caro César, ...” Olhe, encontrei estas raridades aqui. Já vi algumas semelhantes e provavelmente ate iguais no Amigos de Delmiro. De qualquer forma, não posso reter esta satisfação apenas comigo. Grande abraço a todos os delmirenses de bons sentimentos!!” Ivã Balbino Comentários: postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Junho 13, 2008 Quarta-feira, Junho 11, 2008 SUGESTÕES DE UM DELMIRENSE: ABRAHÃO. Prezado Cesar, Tenho observado uma boa e agradável renovação dos blogueiros, o que muito nos anima com respeito 'a continuidade deste elemento de vital importância na memória de nossa Macondo Sertaneja.Vejo que todos têm se preocupado com fotos, devemos instigar as pessoas a produzirem escritos, contarem casos e causos.Ultimamente tenho sido muito mais saudosista do que de costume e tenho feito uma análise do nosso "desenvolvimento" que tanto tem nos trazido problemas, quanto 'as mudanças comportamentais, relacionais, familiares, etc. O modelito NORTE-AMERICANO que nos fizeram vestir, constrasta com a tradição e a cultura do velho mundo, onde as cidades com mais de 500 anos, continuam pequenas, belas, ruas estreitas, pavimentadas com pedras naturais, mantendo suas tradições culinárias, seus hábitos e costumes.Tive a oportuinidade de ouvir o cd do JESSIER QUIRINO, cujo site é www.poesiamatuta.com.br onde se destacam PAISAGEM DO INTERIOR e VOU M'IMBORA PRO PASSADO, que tão bem retratam este meu saudosismo. Vamos, pois, conclamar os blogueiros a que conheçam esta maravilha de site e emitam suas opiniões. um grande abraço Abrahão Comentários: postado por: <$César Tavares$> Quarta-feira, Junho 11, 2008 Sexta-feira, Junho 06, 2008 TURMA DO GVM/1977: UMA DELMIRENSE DE DESTAQUE. E o André continua ativamente colaborando. Eis o que ele nos envia hoje. César, De tanta gente que já postou fotos de formatura e em especial, do ano de 1977, todo mundo já deve saber quem é essa que aí aparece, mas quem está fazendo a entrega? Você é capaz de identificar? André. Eis que a concluinte é a Eliane(irmã do André) e nossa colega de turma. Era então uma menina alta, magra e um tanto tímida. Ela hoje mesma admite que talvez por ser bem mais nova que o restante da turma ficasse sentada e um tanto caladinha lá no fundo da sala. Caso a memória não me falhe suas amigas mais próximas eram: Gracinha, Mair e a Selma. Há mais de 20 vinte anos que eu não tinha notícias da mesma. Mas graças ao blog o contato foi reatado. E mais uma pessoa que estudou conosco que vem a se destacar. Há muitos anos reside na região metropolitana do Recife, atua na área de educação, já ministrou aulas em universidades pública e privada, e para nosso orgulho(orgulho mesmo) tem capítulos de livros editado. Ou seja: a “menina tímida” foi longe. Parabéns. Agora é com vocês. Será que conseguem reconhecer todas as pessoas que estão nas fotografias? E os concluintes de outras turmas quando é que começarão a vasculharem suas gavetas a procura de material para o nosso blog?
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Junho 06, 2008 Sexta-feira, Maio 30, 2008 CASAMENTOS DELMIRENSES: ANOS 70. Eis que era chegado a hora do cabra se casar. Não tinha mais jeito: o amor falou mais forte. A vida era mais fácil de levar. Talvez o namoro já fosse antigo para os padrões daqueles tempos, ou que sabe as famílias já eram velhas conhecidas. Então não se precisava de muita coisa, e com um pouco de boa vontade os jovens enamorados juntavam suas escovinhas. E hoje o André nos traz uma imagem de um enlace matrimonial na nossa Macondo nos anos 70. Ele facilita as coisas e nos dá algumas pistas. O desafio como sempre é tentarmos identificar todas as figuras delmirenses presentes. Até que não está tão difícil, eu mesmo, já identifiquei umas quatro. Mas vamos aguardar os nossos amigos darem seus pitacos. Não basta apenas identificar. É necessário contar historinhas para esticar o papo: quem era fulano? O que ele fazia? Onde está hoje? E seus parentes... Eu começo: aparece na fotografia uma pessoa a quem devo a minha primeira suspensão nos tempos de estudante no GVM. E a primeira suspensão é feito o primeiro sutiã: Ninguém esquece. Certamente o Danúbio Oliveira contará o resto desta história. César, Muitos conhecidos aqui. Casamento de uma irmã de Tonho Joãozeira. Acho que na Rua do Abc, bem anos 70. Reparem na simplicidade da recepção, dos comes e bebes, mas com certeza as pessoas ali deviam estar felizes. Que diferença dos “rega-bofes" que hoje as pessoas fazem. André. Agora é com vocês.
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Maio 30, 2008 Sexta-feira, Maio 23, 2008 AÇUDES DELMIRENSES: LEMBRANÇAS DELMIRENSES VINDO À TONA. Os açudes delmirenses já foram cantados em versos e prosas em postagens passadas. Mas considerando-se as limitadas dimensões geográficas da Macondo sertaneja, das nossas lembranças e da durabilidade deste espaço, nada como lançar novos olhares sobre variações em torno do mesmo tema. O importante é tentarmos manter o blog vivo. E sendo assim o professor Paulo da Cruz, nos traz mais uma colaboração com texto e o complementa com duas belas imagens destes recantos delmirenses. César, O cenário evoca tempos passados e um verdadeiro motivo de festa para a garotada. Em tempos de escassez de assunto, materiais, etc. observei que o blog está à míngua e recorri e estas duas fotos do meu arquivo. Não sei quem as tirou. Mas, na minha avaliação são ótimas, pois levam aos momentos mágicos da infância/adolescência de muitos delmirenses. Quem não se lembra de ter ouvido, logo depois de ter caído uma daquelas trovoadas, a frase "O açude está sangrando!". Logo se formava a romaria rumo ao Desvio para se tomar banho abaixo da queda d'água. Isso evidentemente para os afoitos que sabiam nadar. Quem não sabia ficava chupando o dedo e se deliciando com o espetáculo. Estas fotos retratam bem aqueles momentos. Tenho uma ligeira desconfiança de que a foto em preto e branco é do açude grande. Não tenho certeza. Andava muito pouco por lá. A foto colorida é inquestionável. Trata-se do açude da estação. Bem, a arrancada foi dada. Que se abram os baús da memória e venham à tona (um termo bem adequado, já que estamos falando de água) as lembranças daquelas épocas. Paulo da Cruz PS: complementando o post a Rose solicitou que eu colocasse esta fotografia que ela fez do açude em 2008.
Após alguns dias deste post a Rose solicitou que colocasse uma imagem que ela fez do Açude Pequeno em janeiro/ 2008. E assim os leitores podem fazer comparações.
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Maio 23, 2008 Terça-feira, Maio 20, 2008 CLUBE ATLÉTICO DELMIRENSE (ANOS 70) O Genilson Oliveira nos trazendo hoje mais uma foto com os craques do passado delmirense. Prezado César, Como é do seu conhecimento gosto muito de futebol. Por isso estou enviando-lhe mais uma fotografia, uma relíquia do futebol delmirense da década de 70. Agora a identificação dos jogadores do Clube Atlético Delmirense é com vocês. Um abraço, Genilson
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Terça-feira, Maio 20, 2008 Domingo, Maio 11, 2008 O blog é eclético e tem espaço para todos e tudo relacionado à nossa Macondo Sertaneja e sua área de influência e quiçá(ao menos para nós) é uma metrópole.(risos) E por vezes este nosso ponto de encontro fica com cara de jornal de domingo. E hoje temos um excelente trabalho do nosso cronista Luiz Orleans. E aproveitando o Dia das Mães, segue uma imagem do mesmo com a sua genitora D. Maria, que neste momento, fica como representante mor de todas as mães macondianas/delmirenses .E sem mais enroladas vamos ao que interessa. O QUÊ OUVÍAMOS – ERA BOM? Por Luiz Orleans* Uma velha caixa de ruídos. Era do que se tratava: uma velha caixa de captar e reproduzir sons do Universo. As residências pobres, da Delmiro Gouveia, vila proletária, tinham seu luxo na figura de um rádio-vitrola. Esses instrumentos captavam as sonoras ondas do rádio, além de reproduzir sons de Long Plays. Numa dessas caixas, toda manhã, minha mãe sintonizava religiosamente a Rádio Nacional e Globo. Não lembro se eram em AM ou OC, mas elas vinham com força, pois as antenas – arranjos bem elaborados por Clementino –, facilitavam a sintonia fina. Tinha aquele lenga-lenga de Amazônia Legal, que demorei muito para entender do que se tratava, até porque a gente vivia na legalidade, porquanto não tinha nenhum subversivo em casa (sic); sem falar das músicas prediletas do pessoal que acorria aos Estados da região norte para garimpar e colonizar as terras de um “inferno verde” que parece que nunca existiu, mas alguém viu e reclamou, e o fez pedindo Bartô Galeno, Amado Batista, Carlos Alexandre, entre outros tantos bregas para esquecer a miséria de vida que levava. Coisa de brega mesmo, só as garotas do beco do “escondidinho” e Cabaré de Persília ousavam ouvir às alturas. Essas coisas eram proibidas em casa de “gente de bem”, hoje não. Ah! as notícias... Tudo tranqüilo. “O Brasil vai bem, a economia vai bem e vamos ganhar a Copa, afinal temos o melhor escrete”, afirmava um general. Alguém pode me dizer onde foi parar aquele sujeito que começava suas falas com: “Meus amigos...”? É que deu saudade do João. A Zora Yonara era legal, mais legal que a Amazônia, acertava tudo na mosca. A vida de todos estava ali, na palma de sua mão, jogada às moscas. Sua mão direita ou esquerda? Perguntaria mais tarde, mas se tratava de uma sensitiva importante e o “Globo no Ar” reproduzia as novas do Rio de Janeiro e do restante do país, assegurando que ali as notícias eram fundamentadas e possuíam fé pública, com assinatura do Dr. Roberto Marinho (sic). Minha mãe não concordava muito com o que dizia a famosa astróloga. Católica, nunca se fiou em coisas de astrologia, mas gostava do programa matinal da Rádio Globo, falho em não lembrar o nome do apresentador, apelando para que me salvem a crônica nos comentários. Só me recordo dessa Zora Yonara. Essa, pôxa, batizou uma leva boa de crianças pelo Brasil a fora. A minha Zora não tem nada a ver, trata-se de Zoraia, a bela em árabe. O “Zora” dela é um diminutivo carinhoso que a família usa desde quando bebê. Acima, falei de um João, mas faço questão de destacar um outro, mais próximo, o da Mata. Esse cara usava muito a vitrola de casa (com certeza disputou com Paulo Cruz e as meninas quem tinha a primazia). Quando se mandou para correr trecho, deixou o braço da dita quebrado e agulha estragada, e os menores não tiveram como dela fazer uso. Nunca mais a danada voltou a funcionar direito, só restando o rádio. Creio que os discos dele cansaram a vitrola. Mas não cansaram nossos ouvidos, me encontrei com eles em Belo Horizonte , Minas gerais. Caixas e caixas de discos dos Beatles, Roling Stones, Bob Dylan, e outros monstros sagrados do Blues, Rock ‘nd Roll, MPB e, em especial, do Clube da Esquina. A primeira ida à sua casa em BH foi quando participei de um Congresso da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), era inverno de 1985. Uma farra de democracia e juventude, onde arrumei até uma namorada de Caxias do Sul, diga-se de passagem, uma loira estonteante de olhos azuis. Ao final, me despedi dessa bela guria, amigos e amigas das delegações de Alagoas e Rio Grande do Sul, seguindo para o esconderijo de João da Mata e Zé (Bodinho) Clementino, no Bairro São Gabriel. Pasmem! ao me despedir da gaúcha ouvi, ao longe, Elis Regina cantando “Canção da América”... Eram ondas de rádio encantando o que já era um canto general. Essas ondas que me fizeram encontrar Beto Guedes e sua “Página do relâmpago elétrico”, através de uma estação da extinta Alemanha Oriental, são presença marcante na minha vida. Importa dizer que perseguíamos muito essas ondas de rádio que a todo o momento nos fugiam. Em Delmiro Gouveia , início da década de 80, nas noites quentes de verão, lá pelas 20 ou 21h, eu e Natalício subíamos numa das goiabeiras do quintal de casa para ouvir melhor as emissoras da nossa época adolescente, Rádio Mundial e JB. A primeira descortinava o mundo “Disco”, assim sabíamos com antecedência o hit que faria sucesso na Tarde Dançante, do Vicentão. A segunda nos trazia o toque mais refinado de uma entrevista com figura de renome do mundo cultural, bem como algo do tipo “Com o oferecimento de ‘Polar, Caminhando pelo Mundo’, Fire and rain, de James Taylor, com James Taylor”, posto com gentil firmeza pelo locutor do horário. Estranho, não? Repetiam o nome do cara. Mas era assim mesmo. Citava o nome da música, autor e intérprete, algo muito digno e necessário. Essas emissoras se foram. Primeiro a JB encurtou o horário de transmissão, depois vieram rádios evangélicas com sintonia sobreposta, lotadas no nordeste. A JB só era acessível após as 24h, e ia só até as 2h. A Mundial foi fechada e ressurgiu há pouco tempo com outra cara – nova ou prematuramente velha? Não sei. Sempre tive curiosidade de viajar ao Rio e conferir essas coisas, mas só estive por lá em 89, e não deu tempo. Nesse ínterim, tive outras sintonias de rádio em minha vida, agora com Freqüência Modulada (FM), dirigidas a público-alvo específico. Parece que falo de mulheres, tem loira e morena nessa minha vida de ouvinte... Em Maceió, ouvia a madrugada inteira a Maceió FM, nem dormia direito. Era puro tesão ter um rádio. (*) Luiz Orleans, 40, é poeta
Comentários: postado por: <$César Tavares$> Domingo, Maio 11, 2008
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