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AMIGOS DE DELMIRO GOUVEIA 2

Continuando o blog anterior www.amigosdedelmirogouveia.blogger.com.br: César Tavares e colaboradores(delmirenses exilados) abrem suas malas cheias de recordações e lembranças dos tempos passados em Delmiro Gouveia, uma cidade sertaneja das Alagoas, de sua gente e dos fatos do cotidiano. E fica o convite para os visitantes também abrirem as suas malas, baús, gavetas e álbuns; e retirar: histórias, causos, e fotos do passado e do presente delmirense. Contato:cesatavares@yahoo.com.br



Sábado, Outubro 22, 2005

UM MISTÉRIO DELMIRENSE:. REABERTAS INVESTIGAÇÕES DO CASO: OPERAÇÃO QUELÔNIO SALVADOR.

Mas uma colaboração enviada pelo Edmo Cavalcante. O texto vem numa forma que poderíamos chamar talvez de prosa poética. Muito divertido. O protagonista dos fatos narrados pelo Edmo é mais uma vez é o Chefe dos Escoteiros, que foi o nosso professor de Matemática e Português nos idos de 1975/76.





Abaixo texto na íntegra do Edmo. Em seguida faço algumas considerações.
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Maceió, 17/10-2005


Prezado César.

No Blogger1 você falou de uma história curiosa de penas de galinha enterradas no quintal do chefe...do desaparecimento de galinhas naquelas vizinhanças. Confesso que me diverti com a maneira como você fez tais comentários, afinal ladrão de galinhas em não raras vezes é um bom ¿ladrão¿. Mas de qualquer forma você me incentivou a tornar pública uma operação sigilosa chamada QUELÔNIO SALVADOR.

Ela aconteceu na nossa Delmiro em 1976. Espero que o qualitativo público do Amigos Blogger aprecie.

Um abraço

Edmo Cavalcante
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OPERAÇÃO QUELÔNIO SALVADOR.

Os fatos ocorridos a mim foram narrados por um grande amigo bebericando caprichadas doses de Ron Montilla. Nesse dia ele estava bastante descontraído, não vou citar seu nome, apenas por precaução, vai que ele é intimada a depor na CPI do mensalão?

O tal causo é verdadeiro e aconteceu no nosso tenro sertão. Já faz um tempão. Ele me contou que de tanto ver o nosso professor(ele mesmo, o inoxidável CHEFE DOS ESCOTEIROS), reduzido a uma dura rotina alimentar se sensibilizou e resolveu agir. De quebra queria melhorar as notas em seu boletim.

O nobre professor que morava em um cubículo acompanhado apenas por um discípulo se restringia meses a fio a se alimentar de arroz com sardinha. Quem visitava a residência oficial do nobre mestre recorda muito bem daquela cena hilária e sombria: no fundo do quintal uma verdadeira montanha de latas vazia.

Mas tudo tem o seu dia. Meu dileto amigo se dirigiu ao professor:

- Chefe, aqui para nós, o seu vizinho o padre, tem criação de jabutis!
Ao que o nobre professor de olhos arregalados perguntou:
- Criação de jabutis ou de cágados?
- De jabutis!
Respondeu meu amigão.
-Então traga quantos você puder. Não importa se jabuti ou cágado, o que eu não agüento mais é comer enlatado!

Vale lembrar que o bom mestre que exalava um indiscreto bafo de sardinha também gostava de comprar fiado e chegou a ser considerado o terror das mercearias.

O meu destemido amigo não pestanejou, naquela mesma noite adentrou o quintal do padre para realizar o que se chamou de OPERAÇÃO QUELÔNIO SALVADOR.

No dia seguinte de vida nova e ânimo renovado, lá estava o nobre mestre de forma garbosa saboreando jabuti guisado de origem duvidosa.

O amigo do qual falo ainda me contou que a OPERAÇÃO QUELÔNIO SALVADOR aconteceu outras vezes e que só foi suspensa definitivamente quando o nosso professor de forma ¿carinhosa¿ foi convidado a se retirar da cidade pelas autoridades competentes.

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Pelo Código Penal Delmirense o crime já está prescrito. Mas nas nossas memórias afetivas e por pura gréia ainda cabe investigações e pesquisa de campo. Portanto: cabe aos CSI(investigação da cena do crime) ao trabalho!

Suspeitos: Roseirinha e Dedê. Ambos moravam na Vila Operária. No entanto eles pelo que me lembro não eram alunos do mestre. Então pela narrativa do Edmo estariam excluídos? O Ricarti também me contou também uma versão desta história inclusive citando nomes. Mas não lembro qual foi.

Cenário: O chefe morava nos fundos da casa de esquina onde ficava a sede da banda de música do Mestre Elísio(rua Rio Branco) e a casa do Padre ficava na esquina da outra rua( XV de Novembro)

Mesmo sendo difícil o processo de investigação após tantos anos. Como raramente vou a DG. Fica a sugestão para que os raros leitores daqui que aparecem por lá com mais freqüência que tentem resgatar quem foi o autor material da operação. A dica que dou é colocar o assunto em tela num debate ali nas mesas do bar do Jorge Camilo. Pois o bar fica por trás do Antigo Cine Pedra e bem próximo da cena do crime. Só não peça de tira-gosto nem sardinha e nem jabuti

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postado por: <$César Tavares$> Sábado, Outubro 22, 2005


Quarta-feira, Outubro 19, 2005

TUDO ACONTECE EM DELMIRO GOUVEIA A MACONDO SERTANEJA
OU INICIAÇÃO AO VERNÁCULO DELMIRENSE
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Ruas de Macondo. Um domingo em junho/89. Um movimento infernal.

TUDO ACONTECE EM DELMIRO GOUVEIA A MACONDO SERTANEJA OU INICIAÇÃO AO VERNÁCULO DELMIRENSE.


O prof. Paulo da Cruz nos traz hoje uma história nos moldes do realismo-fantástico do Gabriel Garcia Márquez. Pois a cidade de Delmiro Gouveia pode muito bem ser comparada a Macondo do Gabo. Afinal tudo ocorreu (e ocorre) por aquelas bandas. Histórias mirabolantes e personagens fora do senso comum. E como toda cidade que se preza também possui uma língua própria. Os fatos que se seguem podem ser verdadeiros ou não?

Recomendamos para os raros não delmirenses que aparecem por aqui(talvez só mesmo a famosa blogueira Denise Arcoverde, cidadã do mundo e que atualmente reside nos EUA, o faça) que caso tenham alguma dificuldade visitem este endereço www.amigosdedelmirogouveia.hpg.com.br e lá consultem o vocabulário.

Abaixo na íntegra texto do nosso colaborador Prof. Paulo.


Um causo ¿acontecido¿ na Pedra de Delmiro
(prá vocês relembrarem o vocabulário da terrinha)

O sol já tinha passado do meio do céu, mas o calor não dava noticias de que iria baixar. Pedrinho, cuia na mão e em pé junto ao salaminho, olhava para um lado e para outro, procurando ver algum menino conhecido, enquanto não despregava os olhos do saco de feijão, que, junto com a mãe, tinha vindo vender na Vila da Pedra. Foi quando ouviu um grito no pé do ouvido:
- Avia menino que já está na hora de pegar o trem prá Jatobá.
O menino soltou a cuia, olhou para o salaminho e deu a maior popa.
- Deixe de avexame que ainda está cedo.
Maria olhou prá riba e viu que o sol já estava descendo. Era hora de ir embora. Ela ajeitou o biliro enquanto olhava alguns meninos que jogavam bozó e lembrou-se que tinha esquecido de mandar o filho comprar os cachetes prá levar para a mãe que sofria de azia crônica. Essa lembrança quase a levou a ter uma pilombeta. Maria recompôs-se e disse novamente:
- Avia meu filho, já está na hora.
Pedrinho lembrou que se respondesse poderia levar um tabefe no toitiço e resolveu ficar calado. O que ele queria mesmo era ficar na Pedra e juntar-se com uma reca de maiadores que com certeza iriam, à noite, estar nas proximidades do Circo Birinho. Mas, o que fazer? Tinha que obedecer a mãe. Pedrinho então terminou de juntar os instrumentos de trabalho, amarrou a boca do saco, onde estava o feijão que tinha bamburrado, e abriu uma bolsa de couro que estava junto da mãe. Tirou de lá um resto de pão aguado e uma xebra e pôs-se a comer.
Como todos os dias de sábado a Vila da Pedra ficava em polvorosa e deixava a sua vidinha modorrenta. Era o dia de feira e vinha gente de todos os lugares das redondezas: Matinha da Água Branca, Pariconha, Salgado, Lagoinha, Sinimbu, Olhos d´Àgua, Piranhas e de Jatobá. Piranhas e Jatobá enviavam os seus famosos meio de transporte de gente, bichos e carga: as velhas Marias-Fumaça. A Vila da Pedra, depois que ¿Seu¿ Delmiro montou uma fábrica por lá, tornou-se um entreposto comercial importante. Recebia algodão, e exportava tecidos e couros. Tudo descia de trem para Piranhas e de lá seguia pelo rio até Penedo e depois subia, por navio, até Maceió. A Pedra era uma vila, mas tinha ares de cidade. Tinha fábrica, água encanada, luz eterna (elétrica) e cinema. Tudo o que podia despertar a curiosidade de um garoto como Pedrinho, que, além de analfabeto, morava em um lugarejo sem nenhuma novidade como o Sinimbu.
Vir a Pedra, de Delmiro, como se dizia, era uma aventura. Além de gerar outras, como a daquela vez em que Pedrinho fugiu dos olhos da mãe e só foi encontrado no dia seguinte dormindo junto a lona de um circo. Circo por sinal era a fixação de Pedrinho. Sempre que vinha à Pedra e via um circo com as suas lonas balançando ao vento, quando havia alguma brisa soprando, ficava extasiado, em estado de graça. A mãe, coitada, já calejada pela fuga anterior, não despregava os olhos do filho e só descansava quando retornavam ao Sinimbu.
Mas esse dia seria atípico. Como precisava ir comprar os cachetes, naquele dia Pedrinho teria a oportunidade de encontrar um conhecido, que iria atraí-lo para outra vez, fazer uma das suas, e, tentar malhar o circo.
- Pedrinho!
- Qui é mãe?
- Tome o dinheiro e vá na farmácia de ¿Seu¿ Quinzinho e compre dois cachetes. Volte logo, não vá encontrar nenhum menino daqui e ficar jogando ximbra.
- Tá certo mãe.
Maria não contava, como diz o outro, que o cão atenta. Dito e feito. Pedrinho ia acabando de entrar na farmácia de ¿Seu¿ Quinzinho, já avistava a Dona Ana atendendo no balcão quando ouviu um a voz vinda do meio da feira.
- Pedrinho!
Ao virar-se ele deparou-se com Manezinho, filho de ¿Seu¿ Craibeira. - Pedrinho, você viu o circo?
- Vi!!!
- Hoje à noite uma ruma de meninos vai maiar o circo. Tem um lugar ali no canto, virado para a casa de Dona Marocas que dá prá entrar. O circo veio melhor do que da outra vez. Agora tem o palhaço Labafero, o homem que vira macaco e a mulher onça.
Enquanto os olhos de Pedrinho brilhavam ele disse.
- É, mas mãe não deixa eu ficar.
Manezinho retrucou.
- Fuja da sua mãe. Amanhã você volta a pé prô Sinimbu.
- Fugir como!? Se eu demorar um pouquinho, agora, é capaz dela vir atrás de mim.
- Deixa de ser pregas de Mira. Você sobe no vagão com sua mãe, diz prá ela que vai ficar na porta prá ver melhor as coisas e assim que o trem começar a andar você pula fora. Ela só vai dar por falta de você quando chegar no Sinimbu.
- Sei não, vou ver.
- Te espero à noite em frente ao circo.

* * *

O trem apitou, reduziu a velocidade e parou em frente a estação do Sinimbu. Maria pegou seus apetrechos, e dirigiu-se a escada do vagão procurando Pedrinho.
- Meu Deus, onde meteu-se esse menino. Desde que subimos no trem, lá na Pedra, que eu não vejo ele.
Pedrinho estava a quilometros de distância preparando-se para logo à noite, junto com uma ruma de meninos, maiar o circo e assistir de graça as estripolias do palhaço Labafero.

* * *

VOCÊ GOSTOU DO COMEÇO DESSA HISTÓRIA. VOCÊ PODE ESCREVER UMA CONTINUAÇÃO OU ALTERAR O QUE ESTÁ ESCRITO. O OBJETIVO É REMEMORAR AQUELE VOCABULÁRIO TÍPICO DA NOSSA TERRA.


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postado por: <$César Tavares$> Quarta-feira, Outubro 19, 2005


Sexta-feira, Outubro 07, 2005

CRAQUES DO PASSADO DELMIRENSE (ANOS 60 E 70)

Abaixo transcrevo um email enviado pelo Bráulio Oliveira. Duas fantásticas fotos. Um verdadeiro resgate histórico do mundo futebolístico delmirense. Quem hoje fica admirando com os Reais Madrids e Barcelonas da vida é porque não viu o PALMEIRINHA Jogar. Aquilo sim é que era time. E olhe que falo isto sem nenhuma paixão e nem bairrismo(risos). Uma opinião totalmente imparcial.(mais risos) . Afinal eu morava ao lado de sua sede.

O Bráulio é filho do Seu Vírgilio, antigo chefe dos Correios na cidade. Seu Vírgilio era um entusiasta e incentivador dos esportes na cidade. A lembrança que tenho dele é que eu garotinho(sempre é bom lembrar que eu era um menino chato da porra), mas ele sempre me chamava de César Lattes. E ainda explicava que era um grande cientista brasileiro. E eu ficava me achando o próprio.(risos)
Quem certamente vai vibrar ao ver estas fotos é o meu irmão Marco. E quem também poderá ajudar na identificação de todos os atletas dos anos 70 será o Edmo Cavalcante. Afinal ele sempre assistia aos jogos. Caso o Edmo Garoto(ambos moram em Maceió) possa transmitir o recado ficarei grato.

Bem vamos ao email

César,

A postagem dos recortes do Correio Delmirense, especificamente do resultado do jogo entre o Juventus(que eu não lembrava que tinha existido) e Palmeirinha, encorajaram-me a enviar estas duas fotos para o blog.

A mais antiga, não sei precisar o ano, deve ser da época da notícia. Dá para fazer esta estimativa, atribuindo uns 6 anos para o Gilmar de Neneco (ele e o garotinho à esquerda) considerando-se que ele talvez tenha nascido por volta de 1957.

A mais recente já é da época em que nós freqüentávamos, aos domingos, os campos do Palmeirinha e do Agro. Esta com certeza é de 1975/76.

Vou listar o nome das pessoas que eu consigo lembrar, os demais se você não lembrar, certamente a turma da década de 60(Eraldo, Abraão e o Paulo Cruz) lembrarão.

Abraços.

Bráulio Oliveira



Seu Virgílio, Antonio Feitosa, Chicão(irmão de Ailton de dona Mazé), ?,goleiro(?), Murilo de João Liberato, Tito(tio de Edinho, que morava próximo a seu avô), ?, Eurico, Gilmar de Neneco, Birino, Zominho, Neneco, Zezito, ?(suponho que era o pai de Edinho?), Nivinha.



)?, Bode, Ronaldo Priquitinho, Mauro,?, Renato Guedes, Funcionário da Telasa 1, Funcionário da Telasa 2, ?, Seu Virgílio, Nelson Liberato, Juiz(esse eu não me perdôo por esquecer o nome!) Ninha, ?, ?, Gilmar de Neneco, ?(lembro dele, mas não lembro o nome).

Observação: Peço desculpas aos leitores pela estética. As fotos quando reduzidas apresentam distorção. No entanto o mais importante e que dá para reconhecer as fisionomias.

E aí você lembrava de todos estes craques? O Gilmar de Neneco vi atuando. O cara era brilhante. Seus dribles eram algo impressionante. Legal também ver o Zezito ainda garotão.(anos 60) ainda o vi jogar nos 70. Lançamentos precisos e de longa distância. E o Penteado(de quem o Braulio não citou o nome) seus chutes assustavam qualquer goleiro.

Deixe o seu recado.

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postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Outubro 07, 2005


CORREIO DELMIRENSE(segunda Parte)

Continuando o post anterior abaixo mais uma mostra da edição de 27/10/63 do CORREIO DELMIRENSE.

Pena que para caber aqui eu tenha que recortar. A diagramação original segue os mesmos padrões dos jornais atuais. Mas acho que o leitor entenderá esta dificuldade. O mais importante é o resgate histórico do que rolava na cidade há 42 anos atrás. Então cabe aqui relembrar da notinha social, do editorial e porque não dos anúncios comerciais.

Mais uma vez fica o agradecimento a Bia Menezes por ter guardado estas preciosidades tantos anos. Certamente isto é material que pode interessar a pesquisador profissional. Mas por enquanto vai aqui mesmo neste arremedo de blog.

Agora é com vocês. Deixe o seu recado.







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postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Outubro 07, 2005


Quarta-feira, Outubro 05, 2005

CORREIO DELMIRENSE







Nestas andanças pela net a Bia Menezes(sobrinha do Antônio Carlos, antigo proprietário da Fábrica da Pedra) e que mora atualmente no Rio de Janeiro, chegou até o site www.amigosdedelmirogouveia.hpg.com.br e deixou o seu recado com elogios e saudades. E trocando emails ela me surpreendeu enviando o material, que postarei por partes: O CORREIO DELMIRENSE.

Eu particularmente não sabia que nos idos de 1963 havia circulado um jornal local em Delmiro Gouveia!. Feito pelos jovens daqueles tempos. Um excelente trabalho. Algo fenomenal, se levarmos em conta que à cidade naqueles tempos talvez nem tivesse ainda 10 ou 12 mil habitantes. Ou seja a coisa era movimentada do ponto de vista cultural.

Diga aí quem sabe da existência de alguma outra cidade nos sertões nordestinos que possuía dois cinemas e um jornal circulando com notícias locais? Eu confesso que não sei.

Tinha recebido este material desde o início do ano. Mas veio em outro formato e não cabe no blog por inteiro. Então a solução é ir recortando e colocando de forma paulatina.

O legal disto tudo é que boa parte das pessoas citadas no jornal eu conheci alguns.(de vista e outros pessoalmente). Afinal eu só passei a residir em DG em 69 e tinha 7 anos. E tive uma grata surpresa ao ler a escalação do Palmeirinha e encontrar o nome do meu tio Bêda como um dos seus atletas!!!!

Bem agora é com vocês. Conhecem todos citados? Sabiam da existência deste jornal? Chegou a ler? E qual foi a sua duração? Deixe o seu recado.

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postado por: <$César Tavares$> Quarta-feira, Outubro 05, 2005



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