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AMIGOS DE DELMIRO GOUVEIA 2

Continuando o blog anterior www.amigosdedelmirogouveia.blogger.com.br: César Tavares e colaboradores(delmirenses exilados) abrem suas malas cheias de recordações e lembranças dos tempos passados em Delmiro Gouveia, uma cidade sertaneja das Alagoas, de sua gente e dos fatos do cotidiano. E fica o convite para os visitantes também abrirem as suas malas, baús, gavetas e álbuns; e retirar: histórias, causos, e fotos do passado e do presente delmirense. Contato:cesatavares@yahoo.com.br



Sexta-feira, Abril 28, 2006

LEMBRANÇAS DA RUA 13 DE MAIO.

Rua 13 de Maio a única da Vila Operária a ter casas dos dois lados. Caminho para o Hospital e a Subestação. Em uma de suas esquinas o movimento social era grande. De um lado o Clube Vicente de Menezes onde convergia boa parte dos rapazes e moças para os seus famosos saraus ou bailes.



Duas imagens antigas da 13 de Maio.(Cortesia de Rouse Vilar/ Paulo da Cruz)

Nos intervalos das festas, no meio da madrugada bastava atravessar a rua e ir fazer uma boquinha no famoso Bar do Lula Braga: Um sanduíche de mortadela e um refrigerante.Ahh mas o sanduíche para ter um sabor especial era necessário que o Carlinhos(filho do Lula) antes de servir o cliente abrisse o pão e dava uma cheirada básica no seu conteúdo. Alguns recusavam o produto. Outros viraram o rosto. Eu estava no segundo time. Afinal a fome era grande e o bicho era gostoso, além de barato.

O Carlinhos um sujeito alto, magro e barbudo e tinha por hábito falar duas coisas: Uma chamava a todos de amiguinho. E quando algo era muito engraçado para ele tudo era uma cachorrada americana.

Imagem mais recente onde era o Bar do Lula Braga e a frente O Clube Vicente de Menezes
(Cortesia Paulo da Cruz)

Algo que também marcou a Rua 13 de Maio no inicio dos anos 70 onde mais ou menos hoje em dia fica e Escola Natércia Serpa havia uma oficina/borracharia e numa árvore que tinha por lá havia um sagüi chamado Jacó geralmente ele ficava amarrado. Afinal não havia ainda nem o Ibama e nem preocupação com maus-tratos a animais, no entanto às vezes o danado do Jacó fugia e se danava a entrar nas casas da vila a procura de comida e a sua preferida era ovos.

Agora é com vocês. Quais suas lembranças destes limites geográficos no espaço urbano delmirense. Quais as pessoas conhecidas suas moravam por ali? Lembra de todas elas? Vizinhos e amigos? Que outros estabelecimentos fora os citados já estiveram por ali? Comentem.


A mesma rua em dez/2005. Observem o processo de verticalização(Cortesia:Paulo da Cruz)
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postado por: <$César Tavares$> Sexta-feira, Abril 28, 2006


Domingo, Abril 23, 2006

DELMIRO GOUVEIA: ANTIGA PONTE DO TREM. OU
O QUE RESTOU DO PASSADO DELMIRENSE.



No primeiro blog www.amigosdedelmirogouveia.blogger.com.br, postei em 25 de agosto de 2005, falando sobre os açudes delmirenses. E o tema trouxe algumas lembranças de algo que ficava um pouco mais abaixo: A antiga ponte ferroviária. Ponte aos nossos olhos de meninos. Na verdade apenas um pontilhão. E o mesmo já estava por lá antes mesmo da chegada do fomentador do desenvolvimento da região: Delmiro Gouveia. Hoje há apenas ruínas no local. Mas as lentes do nosso colaborador Paulo da Cruz fizeram o registro antes que venha abaixo de uma vez por todas.


Delmiro Gouveia: Antiga Ponte do Trem .(Cortesia de Paulo da Cruz)

E para os que não conheceram sua importância lúdica na infância/adolescência dos delmirenses de outras décadas abaixo reproduzo o comentário feito pelo nosso colaborador Eraldo.

Texto de Eraldo VilarOliveira 26-08-2005 13:30:20

O açude faz parte de meu acervo de lembranças queridas da minha infância e juventude. Muitas foram as pescarias e "pic-nics" às suas margens.Muitos foram os banhos, e pescarias! Era uma festa!. Mas, o grande desafio era pular da "ponte do trem" (ainda existe o esqueleto, alguém tem foto? se não, vou tirar uma em outubro, quando irei à Delmiro). Na verdade, um pontilhão metálico para o trem atravessar o riacho, logo abaixo deste açude. Quando as chuvas eram muito intensas, virava um rio bem razoável, tendo profundidade suficiente para pularmos da ponte: ato de suprema coragem! (risos), divisor de águas entre meninos e "homens" de acordo com os padrões da "turma" (hoje "tribo?) da rua do ABC (risos). O açude Grande, à montante deste, era amedrontador (na minha mente de criança), principalmente depois que, durante uma tempestade elétrica, durante uma pescaria, corria para abrigar-me sob uma baraúna (ou braúna?) e um raio caiu fervendo a seiva e explodindo a árvore uns 100 m na minha frente. Escapei por pouco

Agora é com vocês. E aí quais as suas lembranças da ponte do trem? E do seu entorno? Na foto é possível se ver ao fundo a antiga casa de Chico Doutor. Isto também daria um post não?

Deixe seu comentário. Registre suas lembranças também por aqui.
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postado por: <$César Tavares$> Domingo, Abril 23, 2006


Quinta-feira, Abril 20, 2006

CINE REAL. LEMBRANÇAS DO PASSADO DELMIRENSE.

Bem pessoal até que está movimentado o nosso blog por estes dias. Aproveitando a sugestão do Paulo da Cruz e dois comentários do post anterior, vamos falar um pouco sobre Cine Real.


O comentário do Eraldo veio com um certo lirismo.Pungente. Para alguém com boa imaginação é possível até visualizar a cena descrita. Está perfeita. Realmente muitos namoros começaram daquela maneira romântica. Certamente alguns terminaram em casamento. Confesso que nunca fiz tal proposta para nenhuma beldade delmirense. Problema meu: feio, pobre, tímido e enrolado.(rs)

COMENTÁRIO DO ERALDO.

Quanto ao cine Real, do saudoso Zé Balbino, operado por "Galego-do-Cine-Real", quantas lembranças!. Alguém lembra da musiquinha que tocava pelo alto-falante 5 mins antes da sessão começar e que fazia os rapazes paqueradores que ficavam na pracinha em frente, correr para ocupar seus lugares? (normalmente já guardados pelas namoradas, pois, volta e meia, um namoro em Delmiro começava por um pedido do mocinho para a ruborizada mocinha: "Guarda uma cadeira no cinema para mim?"). rs.. e a suadeira para pegar na mão, no escurinho do cinema?...rs tempos românticos aqules..rss

Eis a janela das trelas (Foto junho/89) Cine Real já fechado

COMENTÁRIO DO DANÚBIO

Ainda comentando sobre o Cine Real, lembro nitidamente que no "desenrolar da película eastmancolor", no clímax da emoção do filme, tinha sempre algum maloqueiro que passando pela calçada que ladeava o prédio, dava gritos altíssimos, ou batia numa janela ou chamava alguém pelo nome só p/atrapalhar a concentração.


Ri muito com o comentário do Danúbio. Não lembrava mais da bendita janela lateral. Eu já fiz esta molecagem ao passar por ali e se deparar com aquela janela feita de zinco e pedindo para levar umas pancadas. Então não contava conversa: Parava. Olhava se tinha alguém espiando, subia num pequeno apoio providencial de cimento e que estava ali na parede. E então largava a porrada na janela e isto acompanhado de alguns gritos e gracinhas para quem estava assistindo o filme. Obviamente o retorno era imediato: gritos partiam de dentro do cinema. Não lembro de nenhum elogio a mim e nem a minha santa mãezinha. Assim como eu fazia isto. Outros meninos também faziam. Espero que algum deles tenha a devida hombridade de purgarem os seus pecados do passado em público.

Outra coisa que aprontei por lá, talvez o Danúbio ainda lembre disto, foi quando passou o filme King Kong (do Dino de Laurentis). Eu já havia assistido a película um ou dois dias antes. Geralmente os filmes ficavam em cartaz por apenas 3 dias. E conhecia o final: O King Kong escalando o Empire State Building levando numa das mãos a mocinha(Jéssica Lange). E na hora em que o macacão estava no topo eu gritei bem alto no cinema: DESÇA JÁ DAÍ. Eu tentava imitar o bordão que o saudoso ator Ronald Golias usava em seu personagem na Praça da Alegria(que ainda passava na Globo e ele contracenava com o Miéle). Enfim após eu lascar o Desça já daí foi uma gritaria infernal no cinema. E eu bestamente me senti o máximo por ter sido o moleque a iniciar a zorra. Outro pecado confessado.

Trabalhavam no Cine Real: Galego do Real. Poucos sabem que o seu nome verdadeiro é José Brito Petrauskas. Procurem no verso de velhas fotografias que vocês acharão isto. Pois ele era além do projetista também fotografo profissional. Quem não lembra dele em sua lambreta marrom e com uns longos cabelos amarrados com uma fita? O porteiro era o Zé Real(irmão do Hélio. Este talvez só o Bráulio lembre de quem eu falo) e na bilheteria ficava ou o Sr. José Balbino ou um dos seus filhos.

Agora é com vocês. O Paulo levantou a lebre do que eu na minha inocência acho que seja alguma história sobrenatural.(rs) Ele afirmou nos comentários: "Cine Real...Se aquelas cadeiras falassem" E você o que tem para contar sobre o Cine Real? Registre suas lembranças por aqui.

PS: Nâo alcancei os tempos de quando o Cine Real pertenceu ao sr. José Maria.


Comentem
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postado por: <$César Tavares$> Quinta-feira, Abril 20, 2006


Quarta-feira, Abril 19, 2006

AINDA SOBRE A CASA DE LUIZ XAVIER.


"O horror, o horror", já dizia o Marlon Brando em "Apocalypse Now" interpretando um coronel maluco embrenhando nas selvas vietnamitas. Tal fala foi inspirada nas últimas palavras do personagem Kurtz no livro "Coração das Trevas"(Heart of Darkness) de 1902 do polonês Joseph Konrad.

E as mesmas palavras talvez sejam compatíveis com o nosso desapontamento ao ver as fotos que ilustram este post(uma continuação do anterior) sobre o que restou da Casa do Sr. Luiz Xavier e seu entorno. Dá uma pena ver o que fizeram com algo que era bem representativo na nossa Macondo e em nossas lembranças juvenis


Casa de Luiz Xavier e Cine Real em janeiro de 2006(cortesia Paulo da Cruz)

Detalhe da Casa de Luiz Xavier numa foto de aproximadamente 1915.(cortesia Paulo da Cruz)


E o sentimento também partilhado por estes dois depoimentos:


Email enviado por Paulo da Cruz.

César,

Estou enviando o que talvez seja a última foto do antigo casarão de Luiz Xavier. A foto foi tirada da Praça Delmiro Gouveia, e por isso pegou também o prédio do antigo Cine Real. O Cine Real tem história. Foi lá que passou o primeiro filme brasileiro com nu frontal: Os Cafajestes, com Jece Valadão e Norma Benguel. Eu não assisti, era criança na época, porém lembro que os comentários duraram vários dias.


Comentário feito no post anterior por Rouse Vilar.

Aii que saudades me deu vendo essa casa que para mim é a casa de sonhos da minha infância, a casa de Tia Irene (irmã da minha avó e esposa de Luiz Xavier). Brinquei muito nesse quintal, que parecia uma floresta de tão grande...rs Amava essa casa, tinha vários quartos, salas...adorava brincar de esconde-esconde..rs Fiquei triste ao ver o descaso com ela ao longo dos anos e mais triste quando em visita recente à Delmiro vi que foi completamente demolida, pois é...só restaram as fotos e as lembranças! Rouse | 17-04-2006 15:29:05


Agora é com vocês. O que vocês sugerem para o lugar? Sem ironia nenhuma(risos) Seria interessante um Posto de Gasolina? Um Lavajato? Uma loja de Material de Construção? Dê a sua sugestão. Comentem.

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postado por: <$César Tavares$> Quarta-feira, Abril 19, 2006


Domingo, Abril 16, 2006

UM CASARÃO DELMIRENSE.

Casa de Luiz Xavier. A esquerda antigo Cine Real. A direita o famoso beco.
(Foto:cortesia de Paulo da Cruz)

O casarão branco e imponente para os padrões da época dominava uma das esquinas da principal rua da cidade de Delmiro Gouveia. Era ladeado pelo Cine Real e por um beco. Era a famosa casa do Sr. Luiz Xavier. Lembro vagamente que ele era um senhor magro, alto e com ares austeros. Era comum vê-lo aos finais das quentes tardes delmirenses na varanda sentado numa cadeira de balanço a ler os jornais do dia. Não sei ao certo qual era o seu ramo profissional. Parece-me que era proprietário rural. Corrijam-me os parcos leitores.

A casa em si e o beco ao lado hoje em dia viraram acidentes geográficos. É comum alguém se referir é ali perto da casa de Luiz Xavier. Ou então corta caminho pelo Beco de Luiz Xavier que você chega logo na Rua do ABC. O beco talvez tenha algumas histórias. Num passado distante parece-me que abrigou algumas meninas conhecidas por um trabalho nada fácil. Não sei ao certo. Era bastante garoto ainda para entender isto. Mas faz parte das lendas urbanas. Sintam-se à vontade para acrescentarem algo ao imaginário coletivo da cidade.

Beco de Luiz Xavier.( Foto:cortesia Paulo da Cruz)
Voltando ao casarão, segundo o Paulo da Cruz comentou num dos posts, foi num passado mais distante ainda, creio que nos tempos do pioneiro o hotel Delmirópolis. Talvez o primeiro da cidade. Pela foto que ilustra este post. Percebe-se que o casarão sofreu algumas intervenções arquitetônicas. E para pior. Fizeram um puxadinho. Abriram um pequeno ponto comercial que ao meu ver tirou boa parte da beleza de seus traços originais. Uma pena. Premido pela economia e pelo imediatismo de se gerar renda mata-se uma parte do passado. Enfim acontece o mesmo em outras partes do país. Falta de planejamento urbano e preservação das raízes.

Agora vamos contar um causo: dos filhos do Sr. Luiz Xavier parece-me que deles foi diretor geral do trânsito no estado de Alagoas. Era o Rubens Vilar. Mais conhecido como Rubão. Em 1974 ele foi candidato ao senado pela Arena. E isto ninguém me contou. Ate hoje guardo na lembrança que num comício realizado em frente ao antigo Mercado Público, ele empolgado fez uma promessa aos esportistas delmirenses: Que no ano seguinte o Delmirense Futebol Clube estaria disputando o campeonato alagoano. Ora fácil perceber que ele estava de olho nos votos dos aficcionados por futebol, um nicho de mercado eleitoral com enorme potencial de votos. A cidade nesta época tinha um campeonato regular com seis times disputando: Palmeirinha, Pedra Velha, Bom Sossego, Unique, Veneza e Atlético. Então a sua intenção era que se formasse uma seleção com os melhores e daí saísse o tal Delmirense para disputar o campeonato estadual. Moral da história: 32 anos depois ainda não se tem nenhum time local a disputar o tal campeonato. E olhe que a cidade hoje está entre as maiores do estado.

Alguns anos depois o Rubão foi candidato ao senado por um estado da região norte. Não lembro o estado (talvez o Amapá) e nem sei se foi eleito. Já não mais morava em DG. Por gentileza retifiquem ou ratifiquem a informação.

Com vocês a palavra. Que histórias mais se têm sobre o casarão? E o beco? E o Cine Real ao lado? Contem suas histórias.

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postado por: <$César Tavares$> Domingo, Abril 16, 2006


Quinta-feira, Abril 13, 2006

Delmiro Gouveia: Fotos Antigas.


Ainda sobre antigas fotografias da cidade de Delmiro Gouveia. O Prof. Paulo da Cruz remeteu alguns dias atrás uma foto ampliada da antiga Casa de Saúde. Eu já conhecia a fotografia numa versão menor. Na revista Continente Documento nº 11(edição 2003) há uma montagem com quatro fotografias sobrepostas. E nesta sobreposição se tem uma visão panorâmica da Vila Operária por volta de 1915. No canto esquerdo está a foto que hoje postamos ampliada.


No blog inicial www.amigosdedelmirogouveia.blogger.com.br em outubro de 2004 postei parte da foto com algumas legendas. Como sei que nem todos os visitantes têm o hábito de ler os textos antigos então coloco por aqui as fotos que ilustraram o referido post.

Creio que alguns dos que aqui visitam ainda conseguiram alcançar a Vila Operária com boa parte das características apresentadas nas fotos. A partir do início dos anos 70 começou um processo de descaracterização. Percebe-se pelo ângulo que as tomadas fotográficas foram feitas do lado da fábrica. Talvez o fotografo estivesse numa plataforma ou até mesmo sobre os telhados da tecelagem. Seria bastante interessante que alguém conseguisse hoje em dia fazer uma outra fotografia do mesmo ângulo. E aí poderíamos comparar as modificações urbanísticas sofridas no mesmo trecho neste quase cem anos. Fica aí a sugestão para os delmirenses.

Quanto a Casa de Saúde do jeito que ela aparece na foto e aquele trecho da antiga Rua do Progresso, creio que nenhum de nós alcançou. O Paulo, chama atenção para a vegetação de caatinga bem próxima.



Antiga Casa de Saúde e trecho da rua do Progresso.

A foto acima e sua sequência. Delmiro Gouveia por volta de 1915.

Seqüência com 2 fotos. Vista da Vila e Igreja N. Srª do Rosário.

Trecho da Montagem com legendas identificando pontos conhecidos(existentes ou já extintos)

Detalhe do saudoso Cine Pedra.

As fotos acima antes de serem publicadas na Revista Continente eu também já as tinha visto numa visita ao museu da cidade de
Delmiro Gouveia em junho de 2002, quando fomos ciceroneados pelo o administrador Adair Nunes, também um profundo conhecedor da história da cidade.

Agora é com vocês.
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postado por: <$César Tavares$> Quinta-feira, Abril 13, 2006



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